Dedicado a Andréia Formenton Mesquita.*
Foi um fruto do outono eclodindo na vida...
Foi um gesto de vida, inspirou versarias,
Foi a luz de um escuro e o escuro de um dia,
Foi à vida sem medo e encontrou a partida.
Foi de vez para a vida, iniciou-se na ida...
Foi um gesto de vida esbanjando poesia,
Foi de fato feliz fomentando alegria,
Foi um belo sorriso, uma fé incontida.
Foi o fim do começo esbanjando beleza,
Foi sutil e vistosa, era flor: Azaléia!
Foi o oposto do não, foi o sim de Teresa.
Foi então o resumo, era mesmo uma Déia!
Foi tão simples, porém demonstrou sutileza,
Foi, vem sendo, será sempre assim: Só... Andréia.
Não conheci Andréia mas, trago aqui comigo outra sensação. Ocorreu-me grande simpatia, quase um "rapport", assim que avistei sua lápide. Havia algo ao redor que pedia... algo. Eu já sabia o que era... era novamente poesia, poesia pedindo para nascer, mas... desta vez pensei estar indo longe demais, afinal: poesia para falecidos? Por quê? Para quê? Entendi que jamais precisei de motivo qualquer para escrever, muito pelo contrário, sempre precisei de excelentes, raros motivos e, literalmente "pari" o soneto acima.
Abraços, Marcelo Finholdt - 12/06/2005

Não é só por voc~e ser meu amigo: eesa poesia está lindíssima!!! E o que você escreveu abaixo, também!!!
ResponderExcluirTenho orgulho da tua amizade!!!
Calunguinha;
ResponderExcluirvc sempre me mostrou com muita clareza, a pessoa q. ai dentro de vc se esconde, pessoa essa q. tem o dom de transformar simples palavras em belas poesias q. sempre mexe com o coração da gente.
beijos Mutrlinha!!!
Olá Marcelo, amei os seus poemas.
ResponderExcluirCaramba, te conheço a tanto tempo e ao mesmo tempo tão pouco.
Que bom que vc escreve palavras bonitas e faz as pessoas se sentir melhor. Parabens, continue assim, beijos da amiga....ANA !